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Roadmap técnico

O roadmap da Orquena é organizado por dependências e critérios de saída, não por datas arbitrárias.

Fase 0 — Arquitetura, especificação e marca

  • Visão, atores e jornadas.
  • Glossário oficial.
  • Requisitos funcionais e não funcionais.
  • Threat model.
  • PRD do vertical de agendamentos.
  • Modelo inicial de dados.
  • Contratos de tenant, events, jobs, providers e tools.
  • ADRs iniciais.
  • Política de open source e inventário de terceiros.
  • Nome Orquena aceito e documentado.
  • Repositório GitHub renomeado para Fulixts/Orquena.
  • Registro de domínio e triagem de marca antes do lançamento público.

Critério de saída

Uma IA de implementação consegue entender o produto sem inventar source of truth, tecnologia, permission ou regra crítica. O nome atual não é confundido com o codinome histórico.

Fase 1 — Foundation Repository

  • Verificar Mintlify, Git remotes, webhooks e integrações após a renomeação do repositório.
  • pnpm e Nx.
  • Namespace workspace @orquena/*, sem publicação pública inicial.
  • Next.js, NestJS e processos auxiliares vazios.
  • TypeScript, lint, format e testes.
  • Regras automáticas de dependência.
  • CI, security scanning e documentation checks.
  • Docker de desenvolvimento.

Critério de saída

O monorepo executa apps vazios, valida boundaries e produz builds reproduzíveis sob a identidade Orquena.

Fase 2 — Platform Kernel

  • Authentication.
  • Users, customer accounts, organization groups, organizations e memberships.
  • Entitlements para organizações adicionais.
  • RBAC e trusted tenant context.
  • Audit log.
  • Configuration e encrypted credentials.
  • PostgreSQL, migrations e Row-Level Security.
  • Transactional outbox.
  • JobBus com BullMQ sobre Valkey.
  • Plugin registry.

Critério de saída

Testes comprovam que usuários, requests, jobs e events não atravessam organizações, inclusive quando os tenants pertencem à mesma conta comercial.

Fase 3 — Plugin SDK

  • Manifesto e lifecycle.
  • Capabilities e permissions.
  • Configuração por organização.
  • Backend, UI, jobs, events e AI tools.
  • Conformance kit.
  • Compatibility e upgrade rules.
  • Isolamento de plugins externos.

Critério de saída

Um plugin de exemplo pode ser instalado, configurado, ativado, testado e removido sem acoplamento indevido.

Fase 4 — Vertical de agendamentos

  • Contacts.
  • Service Catalog e versões de preço.
  • Professionals.
  • Horário de operação da organização.
  • Escalas, intervalos, blocks, time off e overrides.
  • Availability, holds e resources.
  • Appointment, rescheduling e cancellation.
  • Calendar UI.
  • Reminder events.
  • Feed iCalendar.

Critério de saída

Concorrência, timezone, duração de serviço, intervalos, preços versionados, idempotência e tenant isolation passam por testes de integração.

Fase 5 — AI Runtime

  • Mastra adapter.
  • Agent templates e instances.
  • Tool registry.
  • Model Router.
  • Policy Engine.
  • Memory policies.
  • Tracing, cost e evaluations.
  • Simulator.
  • Human approval e kill switches.

Critério de saída

O agente agenda somente através de tools, não inventa dados críticos e pode ser avaliado antes de ativação externa.

Fase 6 — Inbox e realtime

  • Inboxes e channel bindings.
  • Conversations e messages.
  • Attachments.
  • Assignment e status.
  • Internal notes e canned responses.
  • AI/human handoff.
  • Realtime e read cursors.

Critério de saída

Mensagens são persistidas antes de consumers, duplicatas são neutralizadas e provider outage não remove histórico.

Fase 7 — WAHA provider

  • WAHA Core em topologia isolada.
  • Uma conexão principal por organização no piloto inicial.
  • WEBJS provider contract.
  • QR Code e session lifecycle.
  • Webhooks autenticados e deduplicados.
  • Tenant resolvido pelo mapeamento armazenado da conexão.
  • Text e media.
  • Status e acknowledgements.
  • Metrics, reconnect e kill switch.
  • Contract tests com NOWEB e GOWS.

Critério de saída

Reinício, duplicação, media, reconexão, isolamento entre tenants e node failure são testados antes do piloto.

Fase 8 — CRM nativo inicial

  • Leads e companies.
  • Pipelines e stages.
  • Opportunities.
  • Tasks e activities.
  • Custom fields controlados.
  • Agent tools.
  • Reports básicos.

Critério de saída

CRM usa Contacts e Inbox sem duplicar identidade ou conversa.

Fase 9 — Infraestrutura e storage

  • Contrato S3-compatible.
  • Managed storage adapter.
  • SeaweedFS proof of concept.
  • Backup, restore e migration.
  • Observability stack.
  • VPS Compose hardened.

Critério de saída

Restauração completa e troca de storage provider são demonstradas.

Fase 10 — Connectors experimentais

Executar provas de conceito separadas:
  • Twenty API e metadata.
  • EspoCRM API e OpenAPI.
  • Chatwoot webhooks e delegated inbox.
  • Cal.com bookings e schedules.
  • Activepieces custom Orquena piece.
Nenhum connector entra no produto apenas porque a API respondeu. Cada um exige license gate, source-of-truth, security e reconciliation.

Fase 11 — SaaS comercial

  • Billing core e entitlements.
  • Mercado Pago e Stripe providers.
  • Usage metering.
  • Plan limits.
  • Onboarding self-service.
  • Platform Admin.
  • Support e incident runbooks.
  • Privacy, retention e exports.

Fase 12 — Expansão

  • Meta Cloud API oficial.
  • Google e Microsoft Calendar.
  • Campaigns com consentimento e aprovação.
  • Marketplace.
  • Novos verticais.
  • Múltiplos WAHA nodes.
  • Infraestrutura distribuída quando testes e uso justificarem.

Critério universal

Uma fase só avança quando:
  • Contratos estão documentados.
  • Regras e source of truth estão claras.
  • Testes cobrem tenant e idempotência.
  • Segurança e observabilidade foram adicionadas.
  • Migrations e rollback existem.
  • Documentação representa o comportamento real.
  • Dependências open source passaram pelo gate de licença.